Em busca de uma inserção financeira pós-hegemônica. A política financeira externa do kirchnerismo
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Resumo
O artigo analisa as principais transformações ocorridas na política financeira externa da Argentina entre 2003 e 2015. Com base em séries estatísticas, fontes jornalísticas e bibliografia secundária, são estudadas as principais ações do Estado em relação à dívida pública externa, a estratégia de financiamento e as relações com o setor financeiro e as agências internacionais de crédito. O desendividamento expressa a implantação de uma inserção financeira pós-hegemônica, caracterizada por apelar a recursos próprios e ao financiamento externo de credores oficiais e multilaterais com os quais havia afinidade política. O surgimento da restrição externa gerou um recuo moderado nessa estratégia, que sofreu uma drástica reviravolta depois do triunfo do movimento de coalizão Cambiemos.
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