Disputed Memories: Generative AI Images and Visual Reconstructions of the Past

Main Article Content

Talita Magnolo

Abstract

This article analyzes how generative AI images participate in a visual reconstruction of collective memory and in symbolic disputes surrounding the past. This research is justified by the increasing circulation of synthetic images in digital environments and by the need to understand their effects on contemporary ways of remembering, imagining, and representing historical experiences. The study draws on a dialogue between memory studies, image theory, AI critique, and techno diversity, understanding technology as a cultural, political, and situated phenomenon. Methodologically, a qualitative, exploratory approach is developed in two stages: AI-generated, wholly or partially, visual production mapping, and an interpretive analysis of a corpus comprising the works of Brunno Sarttori, Mayara Ferrão, Pedro Garcia, and André Lima, as well as Orixás da IA’s profile. The analysis articulates three categories: remembering/celebrating, past imaginaries, and resignification, understood as mediative gestures between image, memory, and technology. Results indicate that these productions not only recover nostalgic or historical references but also elaborate possible, affective, speculative pasts, especially in narratives linked to historically marginalized groups. It concludes that generative AI constitutes an ambivalent field of dispute over memory. At the same time, it can reproduce hegemonic patterns and cultural biases; it can also be appropriated to imagine other presences, visualities, and forms of historical inscription.

Article Details

How to Cite

Magnolo, T. (2026). Disputed Memories: Generative AI Images and Visual Reconstructions of the Past. Anagramas Rumbos Y Sentidos De La Comunicación, 25(49). https://doi.org/10.22395/

References

Aumont, J. (1993). A imagem. Papirus Editora.

Badauê. (2024). Inteligência artificial, decolonialidade e coragem por Mayara Ferrão. Recuperado em 10 de outubro de 2024, de https://l1nq.com/ZqiV6.

Benjamin, W. (2012). O narrador: considerações sobre a arte de Nikolai Leskov. In Magia e técnica, arte e política: Obras escolhidas vol.1 (pp. 213-240). Brasiliense.

Boden, M. (2020). Inteligência artificial: uma brevíssima introdução. Editora Unesp.

Bourdieu, P. (2021). O poder simbólico. Edições 70.

Burke, P. (2017). Testemunha ocular: o uso de imagens como evidência histórica. Editora Unesp.

Coeckelbergh, M. (2023). Ética na inteligência artificial. Editora PUC Rio.

Domenech, J. M. (2011). A forma do real: introdução aos estudos visuais. Summus.

Faustino, D. M., & Lippold, W. (2023). Colonialismo digital: por uma crítica hacker-fanoniana. Boitempo Editorial.

Gombrich, E. (1999). A história da arte. LTC.

Halbwachs, M. (2006). A memória coletiva. Centauro.

Hui, Y. (2020). Tecnodiversidade. Ubu Editora.

Huyssen, A. (2000). Seduzidos pela memória. Aeroplano.

Kastrup, V. (1997). A invenção de si e do mundo: Uma introdução do tempo e do coletivo no estudo da cognição [Tese de doutorado, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo].

Krippendorff, K. (2004). Content analysis: An introduction to its methodology (2ª ed.). Sage Publications.

Lee, K.-F. (2019). Inteligência artificial: Como os robôs estão mudando o mundo, a forma como amamos, nos comunicamos e vivemos (1ª ed.). Globo Livros.

Martins, L. M. (2021). Performances do tempo espiralar: Poéticas do corpo-tela. Belo Horizonte: Cobogó. (Coleção Encruzilhada).

Portilho, O. (2023, 17 de fevereiro). Carnavais artificiais. UOL. Recuperado em 27 de março de 2025, de https://www.uol.com.br/nossa/reportagens-especiais/carnavais-artificiais/#cover

Nora, P. (1997). Le lieux de mémoire. Quarto Gallimard.

Regis, F. (2012). Nós, ciborgues: Tecnologias de informação e subjetividade homem-máquina (1ª ed.). PUCPRess - Editora Universitária Champagnat.

Sanglard, F. N. (2017). Verdades possíveis: O jornalismo brasileiro e as narrativas sobre a ditadura durante o funcionamento da Comissão Nacional da Verdade (Tese de doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

Santaella, L. (2023). A inteligência artificial é inteligente?. Edições 70.

Santos, B. de S. (2014). Epistemologies of the South: Justice against epistemicide. New York, NY: Routledge.

Sarttori, B. (2024, setembro 4). Este ano, o “Castelo Rá-Tim-Bum” comemorou 30 anos de estreia na TV Cultura. [Imagem]. Instagram. https://www.instagram.com/p/C_fpS9EsWIP/?img_index=1

Walsh, C. (2013). On decoloniality: Concepts, analytics, praxis. Durham, NC: Duke University Press.

Author Biography

Talita Magnolo, Universidade Federal de Juiz de Fora

Professora no curso de Comunicação Integrada e Mídias Digitais, na Universidade Federal de Lavras. Doutora e Mestre em Comunicação pelo PPGCOM/UFJF. Pesquisadora Associada no Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil. Coordenadora do Grupo de Pesquisa (CNPq) MemórIA. Orcid: https://orcid.org/0000-0002-6240-388X. E-mail: talita.magnolo@ufla.br