Mujeres de favelas y acceso a internet: perspectivas de lideresas periféricas de Río de Janeiro perspectivas de líderes periféricas de Río de Janeiro
Contenido principal del artículo
Resumen
El artículo analiza la inclusión digital en las favelas de Río de Janeiro, Brasil, centrándose en el acceso a internet y el uso de las tecnologías de la información y la comunicación (tic). Destaca la complejidad de los factores sociales que condicionan este contexto dificultando la inclusión digital, especialmente para las mujeres de las favelas, debido a condicionantes como edad, localización geográfica y nivel educativo. El estudio propone un enfoque intercultural para entender la baja presencia digital de los grupos étnicos y destaca la importancia de la comunicación intercultural y la interseccionalidad como herramientas de transformación social. Utilizando la perspectiva interseccional como metodología, se adoptó un enfoque cuantitativo con datos recogidos a través de formularios digitales, y otro cualitativo, con entrevistas a mujeres líderes. Utilizando una metodología inspirada en la etnografía, observamos la relación entre las lideresas negras y las tic en 10 favelas de la ciudad de Río de Janeiro, a través de entrevistas en profundidad en dos favelas de municipios de la Baixada Fluminense y una de la Baixada Litorânea. De estos diálogos, siete entrevistas se realizaron fuera de estos territorios, para resguardar la seguridad de las investigadoras y de las lideresas. El registro de las experiencias en las periferias permitió identificar cinco categorías clave: territorio, género, raza, edad, clase y violencia. Los resultados destacan el impacto de la violencia en la cuestión de la conexión a Internet en comunidades urbanas y el efecto de la edad en el uso de las tic, y destacan en la necesidad de políticas públicas inclusivas y sensibles a las diversas dimensiones de exclusión que se manifiestan en estos contextos urbanos periféricos.
##plugins.themes.bootstrap3.displayStats.downloads##
Detalles del artículo
Número
Sección

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Queda autorizada la reproducción total o parcial de los contenidos de la revista con finalidades educativas, investigativas o académicas siempre y cuando sea citada la fuente. Para poder efectuar reproducciones con otros propósitos, es necesario contar con la autorización expresa del Sello Editorial Universidad de Medellín.
Cómo citar
Referencias
Agência Brasil (2023) Favela cresce demograficamente e movimenta mais de R$ 200 bilhões. Números são do Data Favela 2023 Consultado 13 de junho de 2024: https://shre.ink/DKoh
Agência ibge Notícias. (2024, 27 de fevereiro). Censo 2022: número de pessoas com 65 anos ou mais de idade cresceu 57,4 % em 12 anos. Consultado 13 de junho de 2024: https://shre.ink/DKoK
Almeida, M. (2022). Devir quilomba. Editora Elefante.
Arretche, M. (2019). A geografia digital no Brasil: um panorama das desigualdades regionais. In L. F. R. de Andrade e M. C. S. de Souza (Eds.), Desigualdades digitais no espaço urbano: Um estudo sobre o acesso e o uso da Internet na cidade de São Paulo (pp. 29-48). Comitê Gestor da Internet no Brasil.
Bernardino-Costa, J. (2014). Intersectionality and female domestic workers’ unions in Brazil. Women’s Studies International Forum, 46, 72-80. https://doi.org/10.1016/j.wsif.2014.05.001
Bispo, A. (2023). A terra dá, a terra quer. Ubu Editora/ Piseagrama.
Brum, E. (2021, 29 nov.). O que Audálio Dantas fez com Carolina Maria de Jesus? El País. (Acesso 25 de julho de 2024). https://brasil.elpais.com/cultura/2021-11-30/o-que-audalio-dantas-fezcom-carolina-maria-de-jesus.html
Carneiro, S. (2023). Dispositivo de racialidade: A construção do outro como não ser como fundamento do ser. Zahar.
Carvalho, C., e Netto, V. M. (2023). Segregation within segregation: Informal settlements beyond socially homogenous areas. Cities, 134, 52-75. https://doi.org/10.1016/j.cities.2022.103193
cetic.br. (2024, 8 de abril). Pesquisa tic Domicílios 2023. Recuperado de https://shre.ink/DKoA
Collins, P. (2022). Bem mais que ideias: a interseccionalidade como teoria social crítica. São Paulo: Boitempo.
Collins, P e Bilge S. (2020). Interseccionalidade- São Paulo : Boitempo.
Crenshaw, K. (2002). Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Revista Estudos Feministas, 10(1), 171-188. https://doi.org/10.1590/S0104-026X2002000100011
Da Costa, K., Torres, A., Estramiana, J., Luque, A., e Linhares, L. R. (abril de 2024). Racial discrimination and belief in a just world: Police violence against teenagers in Brazil. Journal of Experimental Social Psychology, 74, 317-327. https://doi.org/10.1016/j.jesp.2017.07.003
Farias, J., Vitor, T. L., Lins, P. V., & Pedroza Filho, L. E. A. (2015). Inclusão digital na terceira idade: um estudo sobre a propensão de idosos à adoção de tecnologias da informação e comunicação (tics). Revista Gestão e Tecnologia, 15(3), 164-188. https://doi.org/10.20397/2177-6652/2015.v15i3.776
Faustino, D, Lippold, W e A. Sergio. (2022). Colonialismo digital: por uma crítica hacker-fanoniana. Raízes da América.
Fleury, S., e Menezes, P. (2022). Memória como direito à cidade: Dicionário de Favelas Marielle Franco. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), 35(76), 309-335. https://doi.org/10.1590/S2178-149420220207
García-Canclini, N. (2004). Diferentes, desiguales y desconectados: mapas de la interculturalidad. Editorial Gedisa, S.A.
Gonzalez, L. (2020). Por um feminismo afro-latino-americano. Zahar.
Glebbeek, M.-L., e Koonings, K. (2016). Between morro and asfalto: Violence, insecurity and socio-spatial segregation in Latin American cities. Habitat International, 54(1), 3–9. https://doi.org/10.1016/j.habitatint.2015.08.012
Hooks. B. (2023) Irmãs do Inhame. WMF Martins Fontes
Jesus, C. M. de (2015). Quarto de despejo. Diário de uma favelada (10a. Ed.; edição original de 1960). Attica.
Junqueira, H. A., e Botelho-Francisco, R. (2021). Raça: dimensão interseccional das vulnerabilidades digitais. Contemporânea | comunicação e cultura, 19(3), 63–78.
La Rue, F. (2011). Report of the Special Rapporteur on the Promotion and Protection of the Right to Freedom of Opinion and Expression, Frank La Rue: addendum. United Nations Digital Library. http://digitallibrary.un.org/record/706200
Lima, M., e Prates, I. (2015). Desigualdades raciais no Brasil: um desafio persistente. In M. Arretche (Ed.), Trajetória das desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos cinquenta anos. unesp.
Moura, C. (2020). Quilombos: resistência ao escravismo (2ª ed.). Expressão Popular.
Museu comunitário da Providência (2021, 19 de março). Morro da Providência - O passado e o presente da primeira Favela da América Latina. Consultado: 13 de junho de 2024: https://museumorrodaprovidencia.blogspot.com/
Nascimento, A. (2019). O quilombismo: documentos de uma militância Pan-Africanista (3ª ed.). Perspectiva.
Nunes, N. R. A. (2015). Mulher de favela: a feminização do poder através do testemunho de quinze lideranças comunitárias do Rio de Janeiro (Tese de doutorado). Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Departamento de Serviço Social.
Nascimento, B. (2021). Uma história feita por mãos negras: Beatriz do Nascimento. Zahar
Olerj – Observatório Legislativo da Intervenção Federal na Segurança Pública do Rio de Janeiro (s. f.). Favelas cariocas. Consultado 13 de junho de 2024. https://olerj.camara.leg.br/retratosda-intervencao/favelas-cariocas
Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas - ibase. (2022). Favelas – uma condição urbana de caráter nacional. [Comunicação]. Consultado 26 de setembro de 2024. https://shre.ink/DKox
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística- IBGE (2022). Panorama do Censo 2022. Consultado 26 de setembro de 2022. https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/22827-censodemografico-2022.html
Santos, M. (2001). Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal Record.
Silva, L. e Leite, M. (2007). Violência, crime e polícia: o que os favelados dizem quando falam desses temas? Sociedade e Estado, 22(3), 545–591. https://www.scielo.br/j/se/a/bF6jffXLc7dtKTw6QZnmNrs/#
Souza, R. (2018). Cria da favela: resistência à militarização da vida. Núcleo Piratininga de Comunicação. Stevanim, L. F., e Murtinho, R. (2021). Direito à comunicação e saúde. Editora Fiocruz. https://doi.org/10.7476/978655708108
UNESCO. (2007). Operational Definition of Basic Education. UNESCO, [acesso em 26 de setembro de 2024]. http://www.unesco.org/education/framework.pdf
Warschauer, M. (2004). Technology and social inclusion: Rethinking the digital divide. mit Press.
Walsh, C., Oliveira, L. F. de, e Candau, V. M. (2018). Coloniality and decolonial pedagogy: To think of other education. Education Policy Analysis Archives, 26, 83. https://doi.org/10.14507/epaa.26.3874