Aplicação e limites da imunidade diplomática, à luz das normas do jus cogens

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Maicol Andrés Rodríguez Bolañoz
Sebastian Portilla Parra

Resumo

A imunidade diplomática, em suas diferentes modalidades, procura o eficiente desenvolvimento da atividade e do objetivo do corpo diplomático. Assim, integra várias prerrogativas e isenções, devido à soberania e à igualdade entre os Estados. Contudo, apresenta limites que não vêm sendo desenvolvidos e aplicados de maneira padronizada no âmbito nacional e internacional, pois ainda não existe consenso sobre se essa instituição deve ser aplicada conforme sua dimensão jure imperii ou jure gestionis. Nesse contexto, este artigo de reflexão pretende oferecer esclarecimentos a respeito dessa controvérsia, que prejudica a compreensão, estudo e aplicação dessa figura. Isso toma maior complexidade no momento de atender às normas jure gestionis e o direito internacional dos direitos humanos, isto é, quando essas normas são violadas sob o amparo da imunidade diplomática, embora as cortes internacionais e a doutrina não estejam satisfeitas em uma interpretação quanto aos limites e alcances dessa imunidade. Por último, é apresentado o caso colombiano e enfatizadas as ambiguidades da jurisprudência das altas cortes que trabalham com teses divergentes. Nesse sentido, os direitos fundamentais dependem da jurisdição à qual recorram, o que gera insegurança jurídica, em contramão do professado a partir de nossa norma superior.

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Como Citar

Rodríguez Bolañoz, M. A., & Portilla Parra, S. (2020). Aplicação e limites da imunidade diplomática, à luz das normas do jus cogens. Opinión Jurídica, 19(38), 259-281. https://doi.org/10.22395/ojum.v19n38a13

Referências

Biografia do Autor

Maicol Andrés Rodríguez Bolañoz, Universidad del Cauca, Popayán, Colombia

Abogado, magister en Derecho Médico. Investigador externo, Grupo de Investigación Derecho Médico,
Derechos Humanos y Bioética, Universidad del Cauca, Popayán, Colombia.

Sebastian Portilla Parra, Universidad del Cauca, Popayán, Colombia

Abogado, estudiante extranjero, Universidad Carlos III de Madrid. Miembro del Grupo de Investigación
Derecho Médico, Derechos Humanos y Bioética y del Semillero de Investigación Observatorio de Bioética,
Bioderecho y Derechos Humanos, Universidad del Cauca, Popayán, Colombia.