El análisis discursivo del derecho
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Resumo
Tradicionalmente los textos jurídicos han empleado los textos literarios en tanto casuística judicial. Las historias servían en la medida en que diagramaban un problema de interpretación legal; sin embargo, paralelamente a este uso instrumental, la teoría literaria, y más propiamente la Lingüística, han venido desarrollando teorías para el análisis de textos que recién están siendo tomadas en cuenta por los teóricos del Derecho.
Así en nuestros tiempos el camino parece haberse invertido, ya que en la actualidad los juristas cada vez se sienten más impelidos a recurrir a la percepción extralegal de la Literatura, la Lingüística o la Filosofía para solucionar los problemas concretos de su propia disciplina. A este conjunto de teorías que tienen como eje la preocupación por el lenguaje se les ha englobado bajo el rótulo general de análisis discursivo, y comprende todas las disciplinas, entre las cuales se encuentra, por supuesto, el Derecho.
El presente artículo tiene entre sus objetivos plantear la cuestión del análisis del Derecho como discurso, para lo cual en una primera parte se identificará el sustento filosófico y lingüístico del análisis discursivo; a continuación se realizará un breve análisis de las teorías discursivas extralegales aplicables al Derecho como son: la Semiótica, la Hermenéutica y la Deconstrucción, para, por último, esbozar un apretado resumen de las teorías discursivas elaboradas desde la disciplina jurídica: la Teoría Comunicacional del Derecho, la Teoría Crítica y Narrativista del Derecho y la Teoría de la Acción Comunicativa, con algunas apreciaciones finales del autor.
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