Monitoramento eletrônico dos presos no Brasil: alternativa ao sistema carcerário

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Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth

Resumo

O presente artigo aborda a configuração da sociedade de risco globalizada e os seus efeitos na ordem jurídica criminal do Brasil. A ascensão de pautas securitárias, mesmo com a mitigação de direitos humanos e fundamentais, é problematizada com o objetivo de refletir o sistema carcerário e a emergência da monitoração eletrônica como condição de possibilidade à redução do encarceramento em massa no País. O problema que orienta a pesquisa pode ser sintetizado na seguinte interrogante: em que medida a monitoração eletrônica contribui, efetivamente, para o enfrentamento à questão do número de pessoas encarceradas no Brasil? O método de pesquisa utilizado na investigação é o hipotético-dedutivo, com técnica de pesquisa bibliográfica e análise documental. Como resultado, a pesquisa constata que a utilização da monitoração eletrônica, como demonstram as estatísticas do Diagnóstico da Política de Monitoração Eletrônica no Brasil, representa uma medida importante para minimizar os efeitos do encarceramento massivo no sistema penitenciário nacional.

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Artículos

Biografia do Autor

Maiquel Ângelo Dezordi Wermuth, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Ijuí, Brasil

Doutor em Direito Público (UNISINOS)
Professor dos Cursos de Direito da UNIJUÍ e da UNISINOS
Coordenador do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu - Mestrado e Doutorado em Direitos Humanos - da UNIJUÍ
Líder do Grupo de Pesquisa Biopolítica & Direitos Humanos (CNPq)
Pesquisador Gaúcho – Edital FAPERGS nº 05/2019 http://lattes.cnpq.br/0354947255136468

Como Citar

Dezordi Wermuth, M. Ângelo. (2022). Monitoramento eletrônico dos presos no Brasil: alternativa ao sistema carcerário. Opinión Jurídica, 21(44), 42-60. https://doi.org/10.22395/ojum.v21n44a3

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