La subsidiariedad como principio de organización estatal y los reflejos en el espacio local: análisis de Brasil y Alemania

Ricardo Hermany | Biografía
Universidade de Santa Cruz do Sul (Brasil).
Daniela Arguilar Camargo | Biografía
Universidade de Santa Cruz do Sul (Brasil).
Share:

Resumen

El principio de la subsidiariedad es recibido en el derecho en sus modalidades sociopolítica y de organización estatal con destaque en Alemania y siendo compatible en Brasil debido a su relevancia frente a la autonomía en el ámbito local y lógica corporativa. Mediante el método de enfoque deductivo y procedimental bibliográfico, la estructura del texto parte del análisis de la subsidiariedad como principio de organización estatal en Alemania para, posteriormente, verificar la relación del principio con el Estado Federal Brasileño y, por fin, analizar la aplicabilidad en el ámbito local brasileño frente a la autonomía municipal, además de destacar los beneficios de la inserción de ese principio en los contextos de la Federación Brasileña. Al final, sugiere la aplicación de dicho principio en la cooperación entre los actores locales, puesto que la subsidiariedad defiende el escalonamiento vertical, en el cual las competencias permanezcan, siempre que posible, en el nivel más bajo. Y también que los Estados y la Unión apenas deberán ceder determinadas competencias que individualmente no sean capaces de asumir. El principio es reconocido como crucial para los gobiernos locales para que puedan participar nacionalmente de la búsqueda por ciudadanía y por soluciones de interés local.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Referencias

Almeida, F. D. M. (2005) Competências na Constituição de 1998. São Paulo: Atlas.

Baracho, J. A. O. (1997). O princípio da subsidiariedade: conceito e evolução. Rio de Janeiro: Forense.

Berman, S. E. (2001). Modernization in historical perspective: the case of imperial Germany. World Politics 53(3), p. 431-462.

Bundesrepublik Deutschland (2018). Grundgesetz. Recuperado de https://www.bundestag.de/gg.

Carneiro, J. M. B.; Dill, G. (2012). Arranjos federativos regionais na Alemanha e o papel articulador dos Landkreise. Cadernos Adenauer XII,(4), p. 57-77.

Carvalho, K. G. (2008). Direito constitucional: teoria do Estado e da constituição, direito constitucional positivo. Belo Horizonte: Del Rey.

Clergerie, J. L. (1997). Le principe de subsidiarité. Paris: Elipses.

Ferreira Filho (1997). Comentários à Constituição Brasileira de 1988. São Paulo: Saraiva.

Ferraz, A. C. C. (1979). Poder constituinte do Estado-membro. São Paulo: Revista dos Tribunais.

Götz, V., Hecker, M. (1999). Il principio di sussidiarietà nel diritto constituzionale tedesco com particolare rifirimento allá sua dimensione federale. Em Rinella, A., Coen, L., Scarciglia, R. Sussidiarietà e ordinamenti constituzionali: esperienze a confronto (p. 102-132), Padova: CEDAM.

Gonçalves, V. M. N. (2003). Estado, sociedade civil e princípio da subsidiariedade na era da globalização. Rio de Janeiro: Renovar.

Hermany, R. (2012). Município na Constituição: o poder local na constitucionalismo luso-brasileiro. Curitiba: Juruá.

Hermany, R. (2005). O princípio da subsidiariedade e o direito social de Gurvitch: ampliação das competências municipais e a interface com a sociedade. Em Leal, R. G., Reis, J. R. Direitos sociais & políticas públicas. Desafios contemporâneos (p. 101-121). Santa Cruz do Sul: EDUNISC.

Horta, R. M. (2002a). Direito constitucional. Belo Horizonte: Del Rey.

Horta, R. M. (2002b). Federalismo e o princípio da subsidiariedade. Em Martins, I. G. S. As vertentes do direito constitucional contemporâneo: estudos em homenagem a Manoel Gonçalves Ferreira Filho (p. 59-78). Rio de Janeiro: América Jurídica.

Hockerts, H. G. (1981). German post-war social policies against the background of the Beveridge Plan: Some observations preparatory to a comparative analysis. Em Mommsen, J. The emergence of the welfare state in Britain and Germany 1850-1950 (p. 198-210) London: Croom Helm.

Krell, A. (2008). Leis de normas gerais, regulamentação do Poder Executivo e cooperação intergovernamental em tempos de Reforma Federativa. Belo Horizonte: Fórum.

Maciel, O. S. (2004). Princípio de subsidiariedade e jurisdição constitucional. Belo Horizonte: Mandamentos.

Mello, C. D. A. (1996). Direito internacional da integração. Rio de Janeiro: Renovar.

Medina, P. (2002). O princípio da subsidiariedade. Em Martins, I. G. S. As vertentes do direito constitucional contemporâneo: estudos em homenagem a Manoel Gonçalves Ferreira Filho (p. 205-239). Rio de Janeiro: América Jurídica.

Merk, G. (2013). Das Subsidiaritätsprinzip. Recuperado de https://www.wiwi.uni-siegen.de/merk/downloads/lehrmittel/subsidiaritaetsprinzip_definitionen.pdf.

Nipperdey, T. (1980). Der Föderalismus in der deutschen Geschichte. Em Boogman J.C., Van Der Plaat, G. N. Federalism (p. 159-179). Dordrecht: Springer.

Nunes, L. A. R. (2002). O princípio constitucional da dignidade da pessoa humana: doutrina e jurisprudência. São Paulo: Saraiva.

Palier, B. (2010). Continental Western Europe. Em Castles, F. G. The Oxford Handbook of the Welfare State (p. 203-232). Oxford and New York: Oxford U.P.

Quadros, F. (1995). O princípio da subsidiariedade no direito comunitário após o Tratado da União Européia. Coimbra: Almedina.

Van Kersbergen, K. (1995). Social Capitalism: A Study of Christian Democracy and the Welfare State. London: Routledge.

Zimmermann, A. (1999). Teoria geral do federalismo democrático. Rio de Janeiro: Lumen Juris.

Weber, A., Gas, T. (2000). Republique Fédérale d’Allemagne: justice constitucionnelle et subsidiarité. Em Delpérré, F. Justice constitutionnelle et subsidiarité (p. 137-177). Bruxelas: Bruylant.
Cómo citar
Hermany, R., & Arguilar Camargo, D. (2019). La subsidiariedad como principio de organización estatal y los reflejos en el espacio local: análisis de Brasil y Alemania. Opinión Jurídica, 18(36), 279-296. https://doi.org/10.22395/ojum.v18n36a12

Send mail to Author


Send Cancel

Estamos indexados en

  • CATEGORÍA C